Campinas é um dos principais polos de tecnologia e indústria do Brasil — alta tecnologia, indústria diversificada, universidades e centros de pesquisa de referência nacional, agroindústria e uma função logística de peso, ancorada no aeroporto de Viracopos. É também a sede do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, o tribunal que julga o interior paulista. Essa combinação de economia sofisticada e centralidade jurídica dá a Campinas um contencioso trabalhista de perfil próprio.
Esta página trata da atuação trabalhista em Campinas: o foro da cidade e o contencioso da sua economia. A mecânica das teses está nas páginas de cada tema; aqui, a camada local.
Campinas conta com fórum trabalhista próprio e é a sede do TRT da 15ª Região — o tribunal que abrange o interior e o litoral do estado de São Paulo, distinto do TRT-2, que cuida da capital, da Grande São Paulo e da Baixada Santista. Na prática, um contrato encerrado em Campinas tem o processo tramitando na cidade, com as audiências realizadas ali.
O número de varas e a organização da distribuição são definidos por atos do próprio TRT-15 e podem variar; a análise confirma a competência vigente. Em segundo grau, os recursos são julgados pelo TRT-15 — e não pelo TRT-9, do Paraná. A divisão entre os dois tribunais paulistas está detalhada na página de São Paulo.
O número de varas e a distribuição seguem atos de organização judiciária do TRT-15, sujeitos a variação.
A economia sofisticada de Campinas imprime um contencioso trabalhista de perfil próprio.
Do lado das empresas, a mesma realidade exige organizar jornada, regime de trabalho, terceirização e segurança para prevenir passivos.
Nenhuma dessas teses é exclusiva de Campinas — todas seguem a mesma lei federal, detalhada nas páginas de cada tema, como a das horas extras. O que a cidade acrescenta é o padrão dos seus setores, que ajuda a antecipar a prova e a estratégia. As teses seguem as páginas dos temas, da frente do trabalhador à frente empresarial.
O escritório tem sede em Curitiba e atende Campinas por videoconferência e atuação eletrônica, tanto no polo do trabalhador quanto no empresarial. O processo do trabalho é totalmente digital (PJe), o que permite atuar no foro de Campinas independentemente da distância, perante o TRT-15. As audiências ocorrem no foro competente.
Para entender o seu caso pelo tema, veja a frente do trabalhador ou o guia da empresa. Para o panorama da nossa atuação, o hub Onde Atuamos traz o mapa completo.
Se algo aqui descreveu a sua situação, vale uma conversa.
Falar com o escritório →No foro trabalhista de Campinas, que é a sede do TRT-15. As audiências acontecem ali, e a prova é produzida na cidade. A análise confirma a competência e organiza a documentação.
Não. Campinas e o interior paulista são do TRT-15; a capital, a Grande São Paulo e a Baixada Santista são do TRT-2. O direito material é o mesmo — a CLT é federal —, mas o foro e o tribunal são distintos.
A lei é a mesma; o que muda é o padrão de contencioso — jornada, home office, sobreaviso e enquadramento são discussões frequentes no setor. A análise avalia o seu regime real e a documentação; a mecânica de jornada está na página de horas extras.
Por videoconferência e atuação eletrônica. O processo é digital (PJe), o que permite atuar no foro de Campinas com plenitude, perante o TRT-15. A distância não altera a qualidade da atuação.
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Traga o seu contrato e a sua documentação: confirmamos o foro, lemos o contencioso do seu setor e devolvemos o caminho — para trabalhadores e empresas, por videoconferência.
Ler sobre o seu direito é o primeiro passo; o segundo é saber se ele existe no seu caso. Envie o resumo da sua situação e receba uma análise inicial — sem custo.