São Paulo é a maior economia do Brasil — o centro financeiro do país, com uma concentração de serviços, comércio, indústria, tecnologia e sedes corporativas que não tem paralelo. É também a maior praça trabalhista do país, com três fóruns dedicados na capital. Para quem trabalha ou emprega em São Paulo, o volume e a complexidade das relações de trabalho fazem da leitura correta do caso — e do foro competente — o ponto de partida.
Esta página trata da atuação trabalhista na capital paulista: onde o processo corre e o contencioso da sua economia. A mecânica das teses está nas páginas de cada tema; aqui, a camada local.
A capital de São Paulo integra o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região e conta com três fóruns trabalhistas na cidade. Qual deles é competente para a sua ação depende da competência territorial dentro da capital — em regra, ligada ao local da prestação de serviços. Definir o fórum correto é o primeiro passo prático de qualquer reclamação, e a análise o faz.
O TRT-2 abrange, além da capital, a Grande São Paulo e a Baixada Santista. O número de varas e a organização da distribuição são definidos por atos do próprio tribunal e podem variar; em segundo grau, os recursos são julgados por ele — e não pelo TRT-9, do Paraná.
A distribuição interna e o número de varas seguem atos de organização judiciária do TRT-2, sujeitos a variação.
A dimensão e a diversidade da economia paulistana fazem da capital o lugar onde todo o espectro do contencioso trabalhista aparece — com densidade especial em alguns setores.
Nenhuma dessas teses é exclusiva de São Paulo — todas seguem a mesma lei federal, detalhada nas páginas de cada tema, como a das horas extras. O que a capital acrescenta é a densidade e a variedade dos seus setores, que tornam a leitura do caso concreto — e não do ramo — o ponto de partida. As teses seguem as páginas dos temas, da frente do trabalhador à frente empresarial.
O escritório tem sede em Curitiba e atende São Paulo por videoconferência e atuação eletrônica, tanto no polo do trabalhador quanto no empresarial. O processo do trabalho é totalmente digital (PJe), o que permite atuar nos fóruns da capital paulista independentemente da distância, perante o TRT-2. As audiências ocorrem no foro competente, por meio eletrônico quando cabível.
Para entender o seu caso pelo tema, veja a frente do trabalhador ou o guia da empresa. Para o panorama da nossa atuação, o hub Onde Atuamos traz o mapa completo.
Se algo aqui descreveu a sua situação, vale uma conversa.
Falar com o escritório →Em um dos três fóruns trabalhistas da capital — Ruy Barbosa (Barra Funda), Zona Leste ou Zona Sul —, conforme a competência territorial, em regra ligada ao local da prestação de serviços. A análise identifica o fórum correto e organiza a documentação.
Não. A capital de São Paulo integra o TRT da 2ª Região (TRT-2), enquanto o Paraná é o TRT da 9ª Região. O direito material é o mesmo — a CLT é federal —, mas o foro e o tribunal são os de São Paulo.
Por videoconferência e atuação eletrônica. O processo do trabalho é digital (PJe), o que permite atuar nos fóruns da capital paulista com plenitude, perante o TRT-2. A distância não altera a qualidade da atuação.
Sim. Atuamos nos dois polos — para trabalhadores e para empresas —, inclusive na defesa em reclamações, na auditoria preventiva e na organização de jornada e terceirização. O atendimento é por videoconferência.
Use as setas ou arraste a fileira para ver todos os temas.
Traga o seu contrato e a sua documentação: identificamos o fórum competente, lemos o contencioso do seu setor e devolvemos o caminho — para trabalhadores e empresas, por videoconferência.
Ler sobre o seu direito é o primeiro passo; o segundo é saber se ele existe no seu caso. Envie o resumo da sua situação e receba uma análise inicial — sem custo.