“Somos servos da lei para que possamos ser livres.”
Todo escritório nasce de uma convicção, declarada ou não. A minha é simples de enunciar e trabalhosa de cumprir: ninguém decide bem o que não compreende — e o dever primeiro do advogado não é vencer discussões, é fazer o cliente enxergar a própria situação com a nitidez de quem estudou o problema por dentro. O resto — a petição, a audiência, o recurso — é consequência.
Escolhi o Direito do Trabalho porque é o ramo em que o Direito encosta na vida com menos cerimônia: é o salário do mês, a saúde de quem trabalha, a sobrevivência de quem emprega. E, dentro dele, dediquei-me a uma especialidade que quase ninguém estuda a fundo — o piso salarial dos profissionais diplomados, matéria de 1966 que o Supremo redesenhou em 2022 e que segue desconhecida da maioria das pessoas que ela protege. Gosto de matérias assim: técnicas o bastante para afastar o improviso, esquecidas o bastante para recompensar quem as leva a sério.
Esta página existe para responder, com transparência, à pergunta que todo visitante criterioso faz antes de escrever a primeira mensagem: quem assina isto aqui — e como trabalha?
O escritório tem sede em Curitiba, na Rua Albano Reis, 478, no Ahú — e alcance que a sede não limita. O processo do trabalho é eletrônico, e a atuação se dá pelo PJe nas Varas e Tribunais Regionais do Trabalho de todo o país; o atendimento acompanha essa lógica, presencial para quem está perto, por videoconferência para quem está em qualquer outro lugar, com a mesma proximidade nos dois formatos.
Sou Jonas Stephâni de Aquino, advogado inscrito na OAB/PR sob o nº 115.349. Minha atuação se concentra no contencioso e no consultivo trabalhista, nas duas frentes que a matéria comporta: a cobrança técnica de direitos de quem trabalha e a defesa e prevenção de quem emprega — inclusive perante o Ministério Público do Trabalho e a fiscalização administrativa. A prática diária em Varas do Trabalho de diferentes estados, pelo processo eletrônico, deu ao escritório o que nenhum manual dá: repertório de como as teses se comportam diante de juízos distintos.
No centro dessa prática está a especialidade que dá nome a uma das frentes deste site: a Lei 4.950-A e o piso dos profissionais diplomados — engenheiros, arquitetos, químicos, agrônomos e médicos-veterinários —, ao lado das teses que a rotina trabalhista mais exige: jornada e horas extras, a situação especial do bancário, insalubridade e periculosidade, reconhecimento de vínculo, rescisões e suas patologias. Escrevo, estudo e conduzo pessoalmente o que assino — e assino apenas o que estudei.
Na página inicial o método aparece em quatro palavras; aqui ele aparece pelo que importa — o que você recebe em cada etapa. Do estudo, você recebe uma devolutiva honesta: a leitura integral dos seus documentos convertida em cenário, com o que se sustenta, o que não se sustenta e o que ainda depende de prova. Da estratégia, um documento — fundamentos, riscos, custos e alternativas, inclusive a de não litigar, porque há causas cujo melhor desfecho é um acordo bem precificado ou uma correção silenciosa de rota.
Da condução, você recebe previsibilidade: prazos sob vigilância, audiências preparadas antes — depoimentos, testemunhas, documentos — e nenhuma surpresa que eu pudesse ter antecipado. E da prestação de contas, o que considero elementar e o mercado trata como cortesia: a cada movimento relevante do processo, você sabe o que aconteceu, o que significa e o que vem a seguir, em português que dispensa tradução.
Você recebe uma devolutiva honesta: o que se sustenta, o que não se sustenta e o que depende de prova.
Um documento com fundamentos, riscos, custos e alternativas — inclusive a de não litigar.
Previsibilidade: prazos sob vigilância, audiências preparadas antes, nenhuma surpresa evitável.
A cada movimento relevante: o que aconteceu, o que significa e o que vem a seguir.
Quatro etapas, quatro entregas verificáveis — nenhuma delas depende de confiança cega.
Se algo aqui descreveu a sua situação, vale uma conversa.
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É a minha forma de respeito — pelo cliente, pela parte contrária e pelo juízo. Ler tudo, sempre, primeiro: cada tese que apresento nasceu dos autos, não do hábito. A pressa assina peças genéricas; eu não.
Os honorários são combinados por escrito antes de qualquer trabalho; os riscos são ditos antes de qualquer esperança; e o “não” — quando a causa não se sustenta — é dito na primeira reunião, não descoberto na sentença. Prefiro perder um contrato a administrar uma ilusão.
Ela existe, e é integral — mas tem uma única forma: a do argumento. Firmeza técnica não precisa de espetáculo; precisa de fundamento, de prova e da disposição de sustentar a tese até a última instância em que ela mereça viver.
Use as setas ou arraste a fileira para ver todos os temas.
Se o que você leu aqui descreve o tipo de advocacia que procura, a próxima página é uma conversa — sem compromisso, com resposta no mesmo dia útil.
Você já sabe quem assina. O passo seguinte é saber o que o seu caso comporta — envie o resumo da sua situação e receba uma avaliação inicial, sem compromisso.