Estratégia técnica desde a notificação. Prognóstico antes da decisão. Acordo quando faz sentido — sentença quando vale a tese.
Cada reclamação tem um espaço técnico definido — e o resultado depende muito mais da apuração dos fatos e do cálculo do que do tom da peça.
A defesa em reclamação trabalhista é, antes de qualquer coisa, trabalho de apuração técnica. Quando a notificação chega, o que decide o desfecho não é o "vigor" da contestação — é a leitura precisa do que o reclamante pediu, do que ele tem como prova, do que a empresa tem como contraprova, e do prognóstico realista de cada pedido em primeira instância.
Atendemos empresas que vinham de defesas genéricas, em que o escritório anterior contestava tudo com a mesma intensidade. O resultado costuma ser ruim em duas pontas: nem se reduz a exposição em pedidos onde a tese empresarial é forte, nem se constrói margem de acordo nos pedidos onde a empresa está exposta. O método aqui é o oposto — diagnóstico, escolha, foco.
O escritório atua em todas as fases: defesa em primeira instância (contestação, audiência, instrução, alegações finais), recursos (ordinário, revista, agravo) e execução (impugnação ao cálculo, embargos, defesa de bloqueio). Sempre com prognóstico atualizado a cada fase e cálculo de cenários antes de cada decisão.
"A boa defesa trabalhista é a que distingue, desde o começo, os pedidos em que a empresa está exposta dos pedidos em que a empresa tem tese." — princípio técnico do escritório.O método tem cinco fases — todas com entregáveis por escrito ao cliente. A diferença em relação ao trabalho amador está justamente na documentação técnica de cada etapa: pareceres curtos, cálculos planilhados, prognósticos quantificados.
Cinco fases, com prognóstico atualizado em cada uma.
Nenhuma decisão estratégica deveria ser tomada sem cálculo de cenários. Acordo ou sentença, recurso ou aceitação — tudo passa por essa conta.
O ponto técnico que mais separa defesas competentes de defesas amadoras é o prognóstico quantificado. Antes de qualquer movimento — proposta de acordo, decisão de recorrer, escolha de execução —, há uma conta que precisa estar feita: qual o cenário esperado se for até o fim?
O cálculo considera: exposição estimada por pedido (com base na jurisprudência da Vara e do TRT), probabilidade de cada pedido procedente, valor total esperado em sentença, custo financeiro do tempo (dois a quatro anos até trânsito em julgado), exposição reputacional. Esse número orienta a decisão. Sem ele, qualquer recomendação é palpite.
Os clientes recebem esse parecer por escrito antes de cada decisão relevante. É o que permite uma escolha racional entre acordo e sentença — não pela ideologia de "nunca acordar" ou "sempre acordar", mas pela conta concreta de cada caso. Acordo não é derrota; é decisão técnica quando os números favorecem.
A diferença entre uma defesa cara e uma defesa barata raramente está nos honorários. Está nos pedidos que se aceitaram cedo, nos recursos que não se interpuseram, nos acordos feitos na hora certa.Três modalidades principais, definidas conforme o porte do caso e o estágio do processo. Tudo em contrato escrito antes do início.
A escolha da modalidade de honorário depende do caso. Reclamações com pedidos bem definidos e exposição quantificável favorecem modalidade fixa. Casos complexos, com instrução pesada ou múltiplos recursos, podem favorecer modalidade por hora. Casos com exposição muito alta e tese empresarial forte podem incluir êxito sobre redução. Em todos, o orçamento é apresentado antes do início.
Valor pré-definido por fase (contestação + instrução, recurso, execução). Permite previsibilidade total do custo, ideal para casos médios e claros.
Hora técnica, com relatórios mensais de utilização. Aplicável a casos com complexidade variável, instrução pesada, múltiplas perícias.
Em casos com exposição alta e tese empresarial sólida — honorário inicial menor + percentual sobre a redução obtida em comparação ao pedido.
Empresas com fluxo de reclamações (mais de 6-8/ano) recebem orçamento agregado por volume, com economia significativa sobre o caso a caso.
Quando há condenação do reclamante em sucumbência (vitória da empresa em pedidos específicos), os honorários sucumbenciais vão ao escritório.
Nenhuma cobrança extra além do contrato. Custas e depósitos do processo são adiantados pela empresa, mediante guia. Nada de "taxa de análise".
A tramitação 100% eletrônica via PJe permite atuar com a mesma qualidade técnica em qualquer dos 24 TRTs do Brasil. Audiências por videoconferência (regra desde 2020), instrução remota quando aplicável, recursos integralmente eletrônicos. Sede em Curitiba não limita atuação. Para empresas com filiais ou operações em várias regiões, oferecemos cobertura nacional unificada.
Quatro temas em que a posição do TST se firmou nos últimos anos, e que mudam o cálculo de cenários de qualquer defesa empresarial.
"Os honorários sucumbenciais incidem sobre a parte do pedido considerada improcedente, em valor entre 5% e 15% do valor de cada pedido."Sucumbência · efeito real em estratégia
"As ações trabalhistas podem incluir, no benefício da gratuidade, isenção de honorários de sucumbência apenas com prova específica de insuficiência."Reforma Trabalhista · risco para reclamante
"Os honorários advocatícios trabalhistas obedecem ao critério da sucumbência, vedada a fixação em valor inferior ao mínimo previsto em lei."Honorários · piso legal
"A revelia, mesmo configurada, não dispensa o juiz de examinar a documentação que instrui a inicial — não é confissão automática quanto a fatos extra-petição."Audiência · presença é decisiva
Envie pelo WhatsApp a cópia da notificação e da petição inicial. Em até 72h úteis devolvemos um diagnóstico preliminar com mapeamento dos pedidos, classificação por exposição e recomendação de modalidade. Sem custo, sem compromisso de contratação.
Enviar notificaçãoEste conteúdo tem caráter informativo e não substitui análise jurídica individualizada. Cada defesa depende dos elementos do caso concreto, da praxe da Vara e do tribunal, e da prova disponível. Citações jurisprudenciais são representativas.